Não deixa nada no ar.
É claro e objetivo sem pestanejar.
Não saca a espada.
Honra a palavra.
Não dá motivo.
Não é inconsequente a ponto de falar sobre cidadão consciente sem antes pensar em coletivo.
Cidadão consciente não quer acumular coisas,
Quer mesmo é que as coisas mudem.
Não tem partido.
Tem chegada.
Não passa por cima de nada, resolve tudo pela porta da frente.
A cara limpa é seu cartão de entrada.
Não fomenta a guerra, tira a sua armadura.
Para vestir o manto do cidadão consciente tem que ter estatura,
Para evitar que o manto arraste no chão.
É fundamental que o cidadão tenha consciência que a força está na própria mão.
A peça mais numerosa do xadrez é o peão.
Por Evas Carretero.
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